
Francisco
José Sampaio de Souza
Matrícula: 2003150337
Comércio
Eletrônico
"Um
marketing de sucesso implica ter o produto certo disponível na hora
certa e no lugar certo, certificando-se de que o cliente esteja bem informado
sobre ele". (Jonh Westwood)
O que mais se fala hoje, quando o assunto é Internet aplicada aos negócios, é Comércio Eletrônico. Estes sistemas passam a incorporar regras de negócio voltadas para a determinação do perfil dos clientes e oferecimento de promoções e produtos complementares. Além disso, esta forma de comércio permite uma séria de vantagens sobre o comércio face-a-face tradicional.
Pesquisa divulgada pela International Data Corporation (IDC) indica previsões de crescimento do comércio eletrônico na América Latina no ano 2000. Foram ouvidas cerca 500 empresas no Brasil, Argentina e México das quais 70% têm planos de ingressar no comércio eletrônico. A pesquisa indicou que 10% das empresas vendem seus produtos on-line e 25% delas fazem negócios com outras companhias via Internet. A indústria de comunicações é o setor que mais compra on-line e a de finanças é a que mais vende, segundo a pesquisa. (Revista Dinheiro – 15/3/00 – E-commerce atrai empresas).
Vai levar algum tempo para que todos esses efeitos se materializem integralmente. "Estamos vendo apenas o início do processo", diz Paulo Fleury, professor de administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Toda nova tecnologia demora a ser plenamente utilizada. Basta olhar o número de empresas americanas que usam a rede para fazer negócios. No início do ano passado, o Morgan Stanley estimou que 90% das grandes empresas já tinham uma página na rede. No entanto, isso era verdade para apenas 10% das pequenas. Como boa parte da renda americana é gerada por elas, fica claro que ainda há um enorme espaço a percorrer. "O uso comercial da Internet é um fenômeno incipiente mesmo nos Estados Unidos", afirmou o consultor mineiro Ivan Moura Campos, em 1997, para a Revista Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife . Números semelhantes são muito difíceis para o Brasil, mas eles certamente mostrariam percentuais menores.
O atual modelo de economia vem sofrendo mudanças significativas de ação. O comércio eletrônico não surgiu para desempenhar o papel de vilão, ao contrário, ele surge em um momento propício, em que as empresas consideradas futurísticas” clamam por modificações em seus processos de entregas, compras, estrutura organizacional, logística etc.
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